A fotoquímica admite existir fótons ao redor de elétrons que enovelam os átomos que agregam a matéria de tudo que existe no nascer do Universo conhecido. Ela defende a existência de uma interação com toda esta massa de energia no mundo e não é diferente com a matéria dos vegetais. Elas, eficientemente, conseguem detectar esta energia que permeia o seu mundo com uma capacidade fantástica. Com esta adaptação para a sobrevivência elas se obrigam a agir usando uma espécie de comando existente dentro delas. Um tipo de sensor latente que mede o ambiente físico, avisando-as de muitas coisas do ambiente em que vivem.
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| Os complexos organometálicos medem o ambiente físico e organizam os clusteres da regulação biológica no mundo dos vegetais. |
Na germinação, por exemplo, este sensor latente utilizando a energia armazenada na semente. Óbvio que ele obtém ajuda da radiação infravermelha que ativa a produção das primeiras enzimas que vão criar o substrato biológico o qual sustentará o nascimento. Sem ela não poderia ocorrer a germinação. Este substrato primordial contido em água levemente ácida começa a destruir os complexos orgânicos contidos na semente que irão se reordenar em clusteres de minerais que lhe transferirão fótons de energia para se reordenarem e estabilizarem-se. Este substrato novo dá a ignição para o desenvolvimento de novas proteínas em um meio ácido cinco vezes maior do que o existente em uma planta adulta. Tal poder de energia deriva das radiações existentes ao redor dos clusteres orgânicos que irão se reordenar para ativar a nova regulação biológica que determinará o padrão de utilização de minerais e água para a criação dos primordiais impulsos físicos para lançar as raízes.
| Gráfico estatístico criado pela NASA evidencia o aumento da temperatura. http://www.nasa.gov/home/hqnews/2011/jan/HQ_11-014_Warmest_Year.html |
As sementes sabem quando germinar. Desta forma em desenvolvimento, são como crianças sabendo como devem crescer e na adolescência sabem quando devem florescer e, quando adultas, no crescimento competitivo, impõe às outras seu forte poder de perpetuação. Elas compreendem os impulsos físico-quimicos que, por exemplo, liberam o seu cheiro molecular que fará impedir a intromissão de outra planta em seu raio de ação por espaço e luz. Sabem que em determinada época sazonal portarem-se como dominadoras ditando o seu poder de floração, frutificação depois do estado de dormência. Fortes, elas ativam o sensor inteligente para captar radiação para impor mais ainda o seu domínio. Domínio de quem saiu na frente e tem mais chances de sobreviver na competição pela vida.
Assim, quando procuramos entender parte destes mecanismos que parecem demonstrar inteligência, partes da bioenergia natural consideraram importante a função de uma árvore centenária. Ficamos, desta forma, orgulhosos por compreender que ela obtêm vida desviada das radiações cósmicas.

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