BIO-ELETRICIDADE. - O ELECTROMA.
A mais de 50 anos a ciencia estuda o Genoma, o
Proteoma e o Microbioma.
O Genoma todos conhecem. Ele participa das informações existentes no DNA.
O
Proteoma refere-se à formação das Proteínas e suas variadas funções. Estuda o comportamento celular essenciais na formação, adaptação e desenvolvimento.
O
Microbioma é a denominação dada a uma
comunidade de microorganismos que vivem juntos em um habitat.
Mas,
agora estamos descobrindo um quarto conceito fundamental para a vida com a
conhecemos aqui na Terra que chama-se Electroma.
Da mesma forma que a eletricidade gera o nosso conforto, seja um carro elétrico ou um celular, a Bio-eletricidade sustenta o mundo que existe dentro dos seres vivos e o Reino Plantae ( do termo em latim que significa plantado) possui uma importante ramificação, uma espécie de rede muito complexa que a favorece em sua adaptação e desenvolvimento dentro do ambiente. Uma planta não vive apenas de água e nutrientes, ela precisa sobreviver contra a concorrencia ao seu redor e ao caos ambiental.Assim, a Bio-eletricidade para as plantas é como uma espécie de internet que comunica toda a planta entre seus orgãos e as plantas vizinhas.
Basicamente a Bio-eletricidade faz no micro mundo quase a mesma coisa que a
eletricidade faz no nosso macro mundo, com a diferença que lá embaixo existe
muito mais espaço do que podemos imaginar com a nossa ciencia não linear.
Nos
vegetais as células comunicam-se entre si básicamente pela Bio-eletricidade.
Dentro do organismo tudo é controlado por eletricidade e o seu estudo ainda é
muito supérfluo.
Todos os elementos químicos passam por uma reação química que os transformam em íons, que são partículas carregadas eletricamente. É como a água do mar que espalha, dilui, em reações químicas os seus ions que formam a sua densidade. No interior da célula, não é diferente. Todos os constituintes celulares estão repletos de íons e quando eles circulam produzem uma carga elétrica, ou positiva ou negativa. Nesse caos iônico que acontece no líquido endoplasmático é que acontece a formação dos mais variados complexos organometálicos favorecidos pelo Electroma.
A
corrente gerada neste movimento molecular é muito baixa, da ordem de 35 ml/volts mas, ela
existe. E no macromundo é como um temporal de raios. Nesta tempestade é que as
diferentes partes da planta podem se comunicam. Hoje em dia nós vemos o clima produzir muitas queimadas, principalmente nas matas sub-tropicais. Uma árvore que está no meio de uma queimada consegue avisar outras árvores a quilômetros de distancia de onde existe o incêndio. Isto faz com que as árvores distante do foco do incendio concentrem a água existente na raiz concentrando-a no caule e ramos. Ela sabe como se prevenir para sobreviver. Este aviso é dado pela variação da radiação infravermelha que modifica a estrutura das folhas avisando as árvores vizinhas que ali existe uma queimada. É como o girassol que se move em
direção ao Sol, por exemplo.
O
girassol é como um poste de luz, onde a flor é a lâmpada, com a diferença que
ela absorce radiação e a leva para a raiz para a criação de açúcares na
fronteira da raiz. No rizoma, as bactérias se aproximam deste supermercado de
açucares e usam uma moeda de troca chamada de Nitrogênio para comprar seu
alimento. O nitrogênio assim é transportado vencendo a gravidade até a flor do
girassol para formar a semente e assim, perpetuar a sua espécie.
A
rede bio-elétrica existe como o mecaniosmo que leva energia até a raiz e cria
junto com as proteinas os açucares. É como a cristalização no escuro de uma
baga de baunilha que você tem que deixar no escuro para ela cristalizar o
açúcar que pode ser raspado da vagem e assim, ser usado como açúcar de baunilha nas
confeitarias humanas.
Mas, inversamente proporcional à corrente. (E não se enganem que é assim tão simples) existe a Lei de Ohm ou:
A
resistencia é diretamente proporcional ao potencial.
Ela
diz que a diferença de potencial elétrico entre dois pontos de um resistor
elétrico é proporcional à corrente elétrica que o atravessa.
É
assim que a Bio-eletricidade nas plantas funciona, o mesmo modelo usado para a
nossa eletricidade. Com a diferença de que nos vegetais a corrente é
transportada não por cabos mas, por íons através de uma membrana.
A membrana é um envelope que envolve a célula e tem a função de vedação. Os íons para penetrar por ela precisam de um passe livre. É como se os íons quizessem entrar numa balada e os seguranças fazem o papel de deixar entrar ou não, dependendo do convite. Este convite é fornecido pelo DNA de dentro do núcleo da célula e é enviado pelo ribossomo. Sem o convite não entra. E quando os íons fluem pela entrada acontece a corrente elétrica ou a condução elétrica, o estado Electroma.
Na Bio-eletricidade só existe uma Lei que se aplica a tudo dentro do Reino plantae
e é assim que as plantas se comunicam, também entre sí.
Mas,
quando pensamos em forma de comunicação elétrica logo nos vem à mente o nosso
cérebro com suas sinapses entre neurônios. Contudo até a mais simples bactéria
possui Bio-eletricidade gerando sinais de comunicação iônica.
A Bio-eletricidade é o mecanismo mais fundamental da natureza.
Então,
para entrar e sair atravessando a membrana citoplasmática os íons se utilizam
do pedágio iônico que são guardadas pelas Proteínas sentinelas. Estas portas se
abrem e se fecham para somente determinados íons passarem. No cao das plantas o Nitrogênio, também, quer penetrar pelas folhas, achando que pode cortar caminho.
Ele consegue penetrar através dos estômatos e são eles que controlam a primeira
porta de entrada na fronteira entre a atmosfera e o interior da Carioteca. Os
estômatos é que controlam a migração do Nitrogênio oriundo do ar ao redor da
planta.
Para
finalizar, devemos compreender que a ciência ortodoxa não gosta muito da
ciencia linear. Ela tem medo de modificar suas técnicas e leva-se muito tempo
para que as ideias posssam fluir porque se tem medo de cometer erros. Na
prática, quando um agrônomo quer testar um insumo, sua dosagem e percebe que
algo está fora do convencional a reação instintiva é a de se opor. O motivo é
que ninguém quer assumir os riscos porque daí não existe o dinheiro e acabam
ficando com o que é mais seguro.
Quando
se usa a parte comercial da coisa as grandes empresas com seus insumos
enraizados não querem esse tipo de conceito, mesmo ele trazendo uma
possibilidade mais barata para a produção agrícola.
Outro
pensamento ortodoxo é que para se usar a Bio-eletricidade é necessário conhecer
física, matemática e química e o engenheiro, biólogo ou agrônomo foge destas
diciplinas científicas. Um preconceito, porque eles não entendem do assunto.
A
bio-eletricidade precisa de aceitação dentro da comunidade científica e quando
os engenheiros e agrônomos acabarem sabendo dela eles não saberão como usá-la.
Acredito
que nenhum agrônomo ou engenheiro químico conhece os fundamentos dos adubos
químicos, mas mesmo assim, eles prescrevem seu receituário em todas as safras.
Ainda
sabe-se muito pouco sobre os processos das reações celulares, de como o
comportamento hidroeletrolítico age. Isso ainda não está claro. Levará mais uma
decada para se encontrar um comprenção geral dos fundamentos do Electroma e um dispositivo que seja fácil de usar esta nova tecnologia.
O
homem não pisou na lua sózinho, tinha muita gente apoiando.
Devemos
desbravar o conhecimento como fez Elon Musch lançando e pousando o seu mesmo
foguete. Uma coisa impensável a 50 anos atráz. Precisou de um humano que abdicou
das suas vontades em detrimento dos demais para vencer os Paradigmas da Ciência
e concretizar o feito.
Espero
que isto sirva de inspiração para os futuros cientistas.
C.A. Stecz – Aux. Analise Química, a nível Técnico.
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