AGRO L.E.D.: do TOM da cor até o PALADAR.
O trator agrícola começa a
caminhar em cima da competição biológica pela trilha da fotoquímica buscando
novos valores nutricionais indispensável à evolução agronômica e suas
interações. O produtor urbano procura satisfazer cada vez mais o exigente
paladar do consumidor e de sua gastronomia.
As pesquisas seguem buscando um conjunto de fenômenos no campo que pode
ser reduzido, voltando-se em competir de forma mais coerente com a proteção da
grande comunidade e seus recursos hídricos. Contudo, esta procura é um problema
crescente dentro do ambiente do agricultor de cinturão verde de intensidade mega.
Para a planta o mundo é
competitivo e cruel e a vitalidade interior terá que se adaptar criando defesas
para competir e sobreviver por espaço e luz. Para o consumidor consciente os
alimentos precisam ser mais saborosos, nutritivos, limpos e frescos. Mas, como
colocar na mesa do consumidor qualidade nutricional e não veneno em prol de sua
longevidade? É necessário coerência para descobrir uma fórmula que propicie
vegetais mais puros e balanceados de vitaminas e minerais com drástica
redução dos agrotóxicos.
A fitotecnia encontrou a resposta
criando a solução bastante eficaz no transporte e no tempo de entrega entre a
plantação e o mercado consumidor, e vem dia-a-dia descobrindo a real eficiência
fotocromática nas plantas junto de uma moderna higienização erradicando, assim,
as doenças produzidas por vírus, bactérias e fungos; germes da antiga
humanidade. Busca-se propostas que reduzam o uso de defensivos agrícolas e ao
mesmo tempo alimente a defesa da planta dando-lhe maior resistência contra as
mudanças da atmosfera que a cerca. Plantas sadias, nutritivas, balanceadas de
vitaminas e minerais é uma meta coerente no pensamento dos pesquisadores
agrícolas, contudo é a planta quem comanda e sintetiza.
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| Experimento em 2000 |
Muito se evoluiu desde a década
de 40 quando a relação entre a cor e o fitocromo foi proposta como alternativa
de desenvolvimento agrícola, modificando o foto-periodismo dos vegetais. A
reflexão das cores nas plantas usando-se tecidos de polipropileno e outros
tipos de plásticos coloridos que até hoje vem sendo pesquisados desde a década
de 60 no mundo.
A interferência das cores nos
complexos organometálicos das plantas induz o fitocromo a dar comandos extras
para o crescimento, floração, frutificação e fortalecimento. O uso de cor em experimentos
agrícolas consegue controlar fatores limitantes da fotossíntese, a temperatura
e a luminosidade.
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| Experimento em 2013 |
Em ambiente artificial a luz de L.E.D.
deixa as plantas com uma quantidade menor de estruturas organolépticas, ou
seja, as plantas condicionadas à luz artificial tendem a ficar mais ácidas.
Estas estruturas formam uma espécie de capa química que protegem a planta como
uma espécie de guarda-chuva contra as ondas nocivas, UVA e UVB, de radiação que
produzem a degeneração aumentando a facilidade de infecção e doenças. Na
ausência de foto-oxidação as plantas produzem menos telas solares de proteção
que são as principais faxineiras que varrem os radicais livres ficando mais
suscetíveis à morte, ou ligeiramente azedas. Daí, secam, simplesmente.
Quando se induz as plantas com
infravermelho a produção simplesmente aumenta favorecendo a criação de enzimas
catalizadoras da reação de escuro que produz carboidratos e gás carbônico.
O L.E.D. está aí, é só trabalhar
com ele no cinturão verde das grandes metrópoles para resgatar o prazer do sabor.








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