PAG. NOBRE DE 09/ 2019 - AGRO L.E.D.:DO TOM ATÉ O PALADAR


AGRO L.E.D.: do TOM da cor até o PALADAR.



O trator agrícola começa a caminhar em cima da competição biológica pela trilha da fotoquímica buscando novos valores nutricionais indispensável à evolução agronômica e suas interações. O produtor urbano procura satisfazer cada vez mais o exigente paladar do consumidor e de sua gastronomia.  As pesquisas seguem buscando um conjunto de fenômenos no campo que pode ser reduzido, voltando-se em competir de forma mais coerente com a proteção da grande comunidade e seus recursos hídricos. Contudo, esta procura é um problema crescente dentro do ambiente do agricultor de cinturão verde de intensidade mega.

Para a planta o mundo é competitivo e cruel e a vitalidade interior terá que se adaptar criando defesas para competir e sobreviver por espaço e luz. Para o consumidor consciente os alimentos precisam ser mais saborosos, nutritivos, limpos e frescos. Mas, como colocar na mesa do consumidor qualidade nutricional e não veneno em prol de sua longevidade? É necessário coerência para descobrir uma fórmula que propicie vegetais mais puros e balanceados de vitaminas e minerais com drástica redução dos agrotóxicos.


A fitotecnia encontrou a resposta criando a solução bastante eficaz no transporte e no tempo de entrega entre a plantação e o mercado consumidor, e vem dia-a-dia descobrindo a real eficiência fotocromática nas plantas junto de uma moderna higienização erradicando, assim, as doenças produzidas por vírus, bactérias e fungos; germes da antiga humanidade. Busca-se propostas que reduzam o uso de defensivos agrícolas e ao mesmo tempo alimente a defesa da planta dando-lhe maior resistência contra as mudanças da atmosfera que a cerca. Plantas sadias, nutritivas, balanceadas de vitaminas e minerais é uma meta coerente no pensamento dos pesquisadores agrícolas, contudo é a planta quem comanda e sintetiza.
Experimento em 2000


Muito se evoluiu desde a década de 40 quando a relação entre a cor e o fitocromo foi proposta como alternativa de desenvolvimento agrícola, modificando o foto-periodismo dos vegetais. A reflexão das cores nas plantas usando-se tecidos de polipropileno e outros tipos de plásticos coloridos que até hoje vem sendo pesquisados desde a década de 60 no mundo.   
A interferência das cores nos complexos organometálicos das plantas induz o fitocromo a dar comandos extras para o crescimento, floração, frutificação e fortalecimento. O uso de cor em experimentos agrícolas consegue controlar fatores limitantes da fotossíntese, a temperatura e a luminosidade.

Experimento em 2013

Em ambiente artificial a luz de L.E.D. deixa as plantas com uma quantidade menor de estruturas organolépticas, ou seja, as plantas condicionadas à luz artificial tendem a ficar mais ácidas. Estas estruturas formam uma espécie de capa química que protegem a planta como uma espécie de guarda-chuva contra as ondas nocivas, UVA e UVB, de radiação que produzem a degeneração aumentando a facilidade de infecção e doenças. Na ausência de foto-oxidação as plantas produzem menos telas solares de proteção que são as principais faxineiras que varrem os radicais livres ficando mais suscetíveis à morte, ou ligeiramente azedas. Daí, secam, simplesmente.

Bromélia Irradiada 2019


Quando se induz as plantas com infravermelho a produção simplesmente aumenta favorecendo a criação de enzimas catalizadoras da reação de escuro que produz carboidratos e gás carbônico.

O L.E.D. está aí, é só trabalhar com ele no cinturão verde das grandes metrópoles para resgatar o prazer do sabor.


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