O Agronegócio usa na
lavra a adubação química. É por onde as disciplinas de solo e de plantas das
universidades falam que o aumento na produção das safras precisa de elementos
básicos para a alta produtividade, como No caso N.P.K. Entretanto, muitos
outros elementos entram na história da agricultura em uma menor escala. São os
elementos criados pela nova ciência, os micronutrientes e o maquinário adequado
para cada lavoura que está embrulhado na armação da boa colheita. Este pacote tecnológico
oferece a expectativa para o produtor obter mais e melhores resultados. Muitas
formulações de adubos e fertilizantes criados em laboratórios vem dando
esperanças de fitas azuis e campeões de resultados na agricultura do mundo.
Desde o século
passado até os dias atuais houveram muitas migrações com o fundamento de proporcionar
uma melhoria da qualidade nutricional e com o papel da criação das supersafras
para gerar o alimento a todos. Vieram técnicas de adaptação ao novo pensamento,
como a calagem, a rotação de cultura, o manejo integrado do solo, o vazio sanitário,
as transgenias das mais diversas, e outras orgânicas que devem ser ainda
consideradas. Reconhecer todas estas alternativas como importantes coloca o
produtor rural num caminho quase sem noção que ele jamais pensou em querer
adquirir, obrigando-o a achar o que os muitos técnicos do governo querem dizer
com tudo isso, como sendo fundamental para seu agronegócio.
Nestes tempos atuais a
descoberta de modelos entrópicos do trato do solo parece ser o mais viável na
atualidade que o pequeno produtor rural pode aceitar; melhor que o estado
ordenado das coisas dos macro produtores, onde tudo parece certinho demais
criado pela herança dos colonos estrangeiros. E ele, este pensamento, mais uma
vez, é verdadeiro, pois a entropia está agindo na maior parte do espaço
imaginado pelo conhecimento científico. A imaterialidade que permeia o Universo
é muito mais abrangente do que se supõe a ciência ortodoxa do século XX; desta
forma, parece que os cientistas aceitam que o conhecimento adquirido pelo
cultivador de alimentos imigrante esteja correto ao trabalhar a terra usando apenas
adubação química.
Na grande escala esta
demonstração do uso de adubo na terra mostra que os processos de conversão de
energia, bem como em qualquer ser vivo, principalmente nos processos
fotoquímicos e eletroquímicos, são baseados em etapas de transferência
eletrônica. Mesmo que o mega produtor não saiba dessa ciência, ela existe.
![]() |
| O Gráfico compara o adubo comum com o adubo da pesquisa conforme publicação científica em 20015. |
O pequeno colono, aquele
que põe a mão na terra, tem em seu sentido de manuseio com a terra esta noção.
Ele de alguma forma compreende este processo, mesmo que este seja do jeito de
colono. Já os cientistas acham que o solo pode ser manipulado, onde os elétrons
são consideravelmente direcionados pelos campos da morfogenia universal que
força o espaço vazio a ser preenchido pelo efeito do “Campo de Alteração da
Entropia”, o qual é o principal responsável na criação de um importante agente
que existe entre os átomos da matéria que os une para a criação do solo fértil
como o conhecemos. É parecido ao grumo que une o solo para o grande negócio dar
certo.
O modelo entrópico
simples do lavrador parece ser mais viável para a criação da vida do que as reações
químicas e bioquímicas certinhas de alguma coisa criada pela tecnologia humana
artificial do agro. Assim, nestas teorias modernas da civilização que quer ir
ao espaço infinito com inúmeras simulações computadorizadas ocorre, sem dúvida,
uma evolução nas pesquisas de muitos tópicos inerentes ao pequeno coágulo de
vida do solo que a longo prazo desconhece-se sua finalidade.
A substituição de
isótopos e os corantes da microscopia eletrônica ajudam em tempo real a
aprimorar os caminhos que os complexos moleculares seguem na distribuição de
energia detectada, com a tentativa de estabilizar a entalpia de seus sistemas. E
o solo, será que vai aguentar?
A melhor estabilidade
até agora conhecida para as moléculas está na configuração trímera. Água,
amônia, gás carbônico, são alguns exemplos.
| Missibilidade de alguns compostos. |
A configuração
tetraédrica do alótropo de fósforo vem sendo descoberta como a fonte principal
para a formação de novas substâncias complexas que podem formar uma
versatilidade imensa junta de outra substâncias com a vantagem de se adaptar em
diversas propriedades adversas dentro do conceito da física estrutural que se
encontra ao redor de suas fronteiras. O Fósforo tem o imenso poder de se
infiltrar na célula “induzindo” a absorção de mais cor para o “comando” da
longevidade e pode ser considerado como um camaleão. Na sequência em que o
fósforo muda a sua configuração de vibração, toda a química da estrutura à ele
presa modifica-se de muitas maneiras, criando mais proteínas.
![]() |
| Reação do fósforo |
Este novo conceito de
eficiência para a agricultura aos poucos vai sendo desvendada pelos estudos do
elemento fósforo no caldo isotônico da vida microcristalina e é distribuído pela adubação orgânica e não a
química. Tudo isso o pequeno produtor rural já sabia, herdado de seus
antepassados que, de geração em geração, foram aprimorando o campo em busca do
alimento saudável.
Se o agricultor sabe
o que é bom para o solo, cabe fazer a ciência entender isso, também e aprender
com ele estes conceitos do solo. Pois, foi assim que a lava vulcânica astuta e
achada pelos Incas da América do Sul chegou ao solo agrícola. A calagem, a
rotação de cultura, o manejo integrado do solo, o vazio sanitário e outras coisas
orgânicas que devem ser ainda consideradas. A rocha vulcânica parece ser uma
alternativa para o insumo agrícola caro. Colocada de quatro em quatro anos no
solo pode surgir como opção natural para abastecer de alimento a população, que
bem alimentada nos dará melhores cientistas que, por sua vez, nos darão a
melhor qualidade nutricional para o revolução de cada degrau criado pela
montanha da vida.
![]() |
| Experimentos com teia branca reflexiva e rocha vulcânica. - 2002 -Lapa -Povoado do Rio da Areia. - Paraná - Brasil |
Stecz.
C.A. - 2017.



Nenhum comentário:
Postar um comentário