ENGENHO

Esta parece ser uma favorável circunstância para mostrar o resultado aproximado de como segue a evolução da minha criação, MANYA. Por certo que você derivou do sitio da Universidade Federal e veio até este blog. Então, primeiro muito obrigado por estar lendo e conhecendo o meu trabalho. Espero que tenha paciência para ler e tempo para seguir tudo bem devagar para entender nas entre linhas o que quero dizer neste resumo.
A sobrevivência deste engenho se deve à proposta da ciência atual em descrever a emissão invisível da energia do futuro que a cada tempo torna-se mais comum desde a existência da radioatividade. As interações fundamentais da energia possibilitam uma ferramenta do futuro para manusear a era da industrialização para proporcionar à civilização humana uma ocasião uniaxial de sair de sua vasta escuridão riemanniana. Esta luminosidade matemática complexa agraciou a humanidade a “grand monde” o paradoxo do progresso de nosso mundo.
Barragem I - área de manancial - região metropolitana de Curitiba - Piraquara - Paraná - Brasil - Ao fundo a chaminé dentro da água.
Então, a nossa física nuclear chega a seu estágio mais avançado graças ao legado de uma cientista e de seus notáveis trabalhos na área da radiação que mudou a razão de pensar de muitos acadêmicos do mundo. Gerar energia limpa e alimento para a humanidade foi um feito inigualável do passado que guiou o pensamento científico daquela época e de Marya Sklodowska, de agora e para sempre, que somente os espíritos mais auspiciosos poderiam conseguir antever em sua materialidade.
Dádiva dos seus trabalhos o comportamento quântico foi grande motivador das novas equações de Einstein e procedimentos Stock que na atualidade contribuem na medicina, na agricultura e em muitas outras criações científicas da humanidade.
Descrever viscosidade cinemática é um esforço grandioso para quem continua lendo sobre a energia cósmica com profundo conhecimento sobre a matéria e a anti-matéria, plasma e suas interações físicas. Talvez, melhor assistir a um filme a ter que ler estas “chatices” enfadonhas que não nos levam a lugar algum.
Tomate Cereja em estufa de teia branca - 2012
Assim, caro Leitor, achei melhor jogar sobre a responsabilidade de a curiosidade querer conhecer o profundo da imensidão do domínio dos átomos e dos meandros do agir dos elétrons dentro do universo atômico, como se isto fosse meramente um artifício para mensurar o tempo tão curto num espaço tão grande. Estas palavras podem ser uma alternativa de fazer as pessoas imaginarem; para deixar alguém curioso e, então, continuar lendo esta página da web. Um legado ambicioso que nos deixou Marya Sklodowska e não a sua brilhante carreira pela ciência: A Vida Eterna do Átomo.
Este instigante artifício criado pela ciência do século XVIII puxa a mola propulsora para novas ciências. A Fotoquímica do século passado modela as equações ambientais do planeta tão materialmente que é quase impossível não compreender como pode ocorrer um “pulo” de um elétron entre dois níveis energéticos nas moléculas com liberação ou absorção de energia; os quanta dentro de uma ciência ortodoxa fixa, imutável e com uma visão 2D.
Então, ai está o grande e profundo segredo da Nova Radioatividade na sua fundação por Marya Sklodowska (07/11/1867), polonesa que vai à França para estudar como a primeira mulher a adentrar os portões de uma universidade, até a nova ciência pouco conhecida em sua total inclusão. Entretanto, muito embora o menosprezo no século passado com o advento das explosões nucleares, a Nova Radioatividade contribuiu no cotidiano, como por exemplo: No controle da qualidade das coisas industrializadas. Na medição da poluição. Na melhoria dos recursos hídricos. No espaço sideral, com as medidas das radiações. Nas concentrações de fitoplâncton dos oceanos e na relação deles com o aumento da temperatura global da atmosfera, tendo por base uma escala fixa para a velocidade dos ventos que por sua vez movimentam a areia dos desertos, que por sua vez influenciam na densidade dos oceanos e na modificação das correntes marinhas provocando influencias no derretimento das calotas polares, como num ciclo sem fim que só podem ser vistas por aparelhos extremamente sensíveis à radiação. Chegou, nestes dias, ao ano-luz verde-marinho do universo o pensamento em terceira dimensão com o descobrimento da “novar casulas” e dos planetas distantes parecidos à Terra. Toda a teoria do século passado vem sendo remodelado neste novo conceito.
Experimento com morango e teia reflexiva branca com o solo tratado com lava vulcânica e calcário de xisto - 2002


Morango em experimento com teia reflexiva azul e vermelha para aumentar proteínas e repelir pragas.- 2012
A Nova Radioatividade é um bem imutável que monitora o sol e os planetas do sistema; descobre novos astros parecidos com a Terra; salva na medicina; influencia o celular; cria nuvem eletrônica de dados da internet. Evolui no tempo do século XXI tornando-se cada vez mais existencial ao ser humano que a abraça na saúde e na longevidade. E até na sua perpetuação como civilização da razão.
Aqui, no Brasil, em 1891, iniciaram-se os preparativos para a criação da Nova República com a consequente Revolução de 93 a fortalecer o advento dos Maragatos. No outro lado do Oceano Atlântico, no Antigo Mundo, na Europa, surgia na França uma “sorbonista” que se matriculou para dar início à Era Atômica. Mal sabia que ao sair de seu país natal, a Polônia, e enveredar-se pelos grandes portões de ferro batido, iniciaria a mais importante Era da história da humanidade. E foi assim que Marya Sklodowska preceituou antevendo o futuro: “que não se pode esperar contribuir um mundo melhor sem melhorar o indivíduo. Assim, com isso em mente, cada um de nós deve trabalhar em direção ao seu desenvolvimento máximo, ao mesmo tempo, aceitando sua parte de responsabilidade na vida geral da humanidade; criar condições nas quais talentos inatos e preciosos – dádiva da Terra – possam conscientizar-se e colocar-se a serviço dos ideais humanos e de seus templos sagrados”.
Quando a nossa Revolução, aqui no Brasil, terminou, a qual não separou os Estados do sul criando o país da Prata, um pouco depois, em 1911, os grandes cientistas, dentre eles Ernest Rutherford, físico neozelandês e Dmitri I. Mendeleev, químico da Rússia, puderam observar o mapa teórico da constituição do átomo em todo o seu esplendor e a ciência do século IXX, bem mais sistemática que a ciência política, em seus detalhes assegurados e sutis, ganhava seu destino eterno na face da Terra: A Era Atômica.
Sentado numa estação espacial a escovar os dentes e vivendo o “diet” nos prova hoje o porquê de uma jovem cientista polonesa de nome Marya Sklodowska ser tão detalhista em seu passado e perseverante em toda a sua vida, em haver lançado da natureza o elemento de número atômico 88. Radioativo por natureza, metálico pela longa vida, branco-prateado parente dos Alcalinos Terrosos da Tabela Periódica, nascido e batizado como Rádio e que no círculo da ciência mundial ergueu a alvorada da Era Nuclear da humanidade que os astronautas podem vivenciar como uma realidade.
Marya (Manya) Sklodowska (1867-1934), física polonesa, casou-se com Pierre Curie (1859-1906), físico francês. Acreditava profundamente na resplandecente pesquisa e nos benefícios que esta nova alquimia traria sobre a terapêutica radiônica para todos os povos da Terra. Esta foi a maior contribuição humanitária de um grande desafio vencido que a fama norte-americana não conseguiu corromper.


                                                                                                                   Stecz, C.A.

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